Magistrados em entidades religiosas: liberdade de crença, imparcialidade judicial e os limites do Estado laico

A recente aprovação, pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), da Resolução nº 678/2026, autorizando magistrados e integrantes do Poder Judiciário a exercer funções de direção e gestão em entidades religiosas e filosóficas sem remuneração, inaugurou um dos debates constitucionais mais delicados do atual cenário jurídico brasileiro. A controvérsia não é periférica. Não se trata de […]

O post Magistrados em entidades religiosas: liberdade de crença, imparcialidade judicial e os limites do Estado laico apareceu primeiro em Consultor Jurídico.