Ao observar o curso recente das relações entre estados, não é difícil perceber um deslocamento inquietante. A retórica da segurança, antes restrita a episódios excepcionais, passa a ocupar o centro da política internacional. A desconfiança tornou-se método. A sanção, primeiro gesto. Já não se reconhece no outro um sujeito dotado de igual dignidade jurídica, mas […]
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