Direito e perversão no final solitário do medo: um ensaio sobre vontade e constituição política

“Uma boa morte é aquela que acontece longe, quando estranhos se encarregam dos restos mortais, gente no ramo da morte. Uma boa morte é aquela que se fica sabendo por telegrama: lamentamos informar que etc. Que pena que telegramas ficaram fora de moda” [1]. Um Estado Constitucional de caráter democrático aceita atitudes perversas da cidadania […]

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