Hannah Arendt, filósofa política, cunhou o termo “banalidade do mal” em sua obra “Eichmann em Jerusalém: Um Relato sobre a Banalidade do Mal”. A alemã argumenta que o mal pode ser praticado por indivíduos banais, sem uma natureza intrinsecamente perversa, apenas pela incapacidade de pensar e questionar as consequências de suas ações. Pedro Dias/Pixabay O […]
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