Advirto o estimado leitor que este artigo pretende oferecer mais questionamentos do que respostas prontas. A relevância do tema recomenda postura crítica e provocadora. Aristóteles ensinava que o espanto (thaumázein, em grego) move o ser humano a compreender a natureza das coisas. René Descartes, séculos depois, fez da dúvida metódica uma das bases do pensamento […]
O post Morte como instrumento de domínio: indagações inquietantes a partir da Lei 15.358/26 apareceu primeiro em Consultor Jurídico.