A inexistência de previsão legal ou constitucional afasta a possibilidade de reconhecimento administrativo de relações poliafetivas. Como o registro público significa atribuir eficácia jurídica e efeitos de direito de família à união, ele é inviável para arranjos não amparados pelo ordenamento. Com base neste entendimento, a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de São […]
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